SRD – Sem Raça Definida – Gatos de Raça

Gatos SRD são divididos em três grupos:

1. Raça misturada, sem nenhuma característica de qualquer raça.

2. Meio-pedigree, ou seja, filho de gato srd com gato de alguma raça.

3. Gatos de raça que não são registrados ou não satisfazem o padrão da raça (por exemplo, um scottish fold com orelhas retas, um Selkirk Rex com pelos lisos, ou mesmo um persa cujo focinho é muito longo). 

Eles são os nossos gatos companheiros do cotidiano, que trazem a alegria para nossas vidas. Muitos foram adotados de abrigos, filhotes de nossos gatos, filhotes de gatos de amigos ou mesmo achados na rua. Serão eternamente gratos por terem encontrado novos lares, onde eles vivem cercados de  amor e atenção, que recebem de seus novos proprietários.

História

O gato srd remonta ao tempo dos faraós e, talvez, até antes. Mesmo que os primeiros gatos tendessem a ter características uniformes dentro de uma área geográfica, ao longo do tempo estas populações iniciais tornaram-se mistas. Existe o fato que vários gatos vinham em navios de outros locais do mundo, e foram muitas vezes abandonados juntando-se à população felina local. Os gatos sobreviveram à caça às bruxas dos anos 1500 e 1600, embora seus números fossem severamente reduzidos. 

Como as pessoas perceberam que os gatos eram valiosos na redução da população de ratos, e eram excelentes animais  de companhia, seus números cresceram. 

No início a maioria dos gatos foi autorizada a cruzar aleatoriamente e poderiam ser considerados os ancestrais dos gatos sem raça definida de hoje. No final de 1800, foi realizada a primeira exposição de gatos no Palácio de Cristal, em Londres. Enquanto alguns dos gatos tinham pedigree, outros eram srd. Os gatos srd tinham características e cores diferentes.

 

Aparência

Os gatos SRD variam em todos os tamanhos, formas, comprimentos de pelagem, e padrões de cores. Você vai encontrar todas as cores sólidas, além de combinações de todas as cores.

Para aumentar a confusão, os gatos SRD vêm com muitos nomes. Eles também são chamados de gato doméstico, gato vira lata, moggie (geralmente no Reino Unido) e mais nomes dependendo do local onde que vivem.

 

Saúde e Predisposição a Doenças

O que pode ser falado sobre a saúde de gatos SRD, é que eles podem ser predispostos a todas ou a nenhuma doença. Tudo depende de suas origens. Os gatos SRD são considerados resistentes a doenças, pela seleção natural. Exemplo: Nasce uma ninhada com 8 gatos; sete morrem, e o que sobreviveu cruza com outro sobrevivente de outra ninhada; e assim, surge uma população de SRD super resistente. Mas também pode acontecer, de cruzar dois gatos, de raça diferente, originando filhotes  com predisposição a doenças predispostas pelos pais. 

Mais uma vez, uma caixa de surpresa.

Cuidados

Os cuidados variam.

• Animais de pelos longos, escovar três vezes por semana.

• Animais de pelo curto uma vez por semana.

• Alimentação de boa qualidade.

• Bandeja de areia sanitária a disposição, e sempre limpa.

• Visita ao médico veterinário a cada 6 meses.

• Vacinas, vermífugos, e limpeza ocular e auricular conforme orientação do médico veterinário.

• Castração indicada.

Comportamento/Temperamento

Em gatos srd, não há realmente nenhum tipo de comportamento ou temperamento pré-definido. Aqueles que não são registrados, mas possuem pais com pedigree, exibem os traços de sua raça. Os gatos com apenas um dos pais com pedigree, geralmente, embora nem sempre, exibem os traços da raça, ou podem mostrar uma personalidade e características físicas, completamente diferentes. 

Com gatos srd, não há realmente nenhuma maneira de prever como se comportarão. Mesmo que você saiba ambos os pais, a personalidade real pode ser uma surpresa e pode ser mais baseada no ambiente e no modo de criação, do que em ascendência. 

Na verdade, tudo será uma enorme caixa de surpresa.

 

Fonte: Tudo Gato


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SRD – Sem Raça Definida – Gatos de Raça

Gatos SRD são divididos em três grupos:

1. Raça misturada, sem nenhuma característica de qualquer raça.

2. Meio-pedigree, ou seja, filho de gato srd com gato de alguma raça.

3. Gatos de raça que não são registrados ou não satisfazem o padrão da raça (por exemplo, um scottish fold com orelhas retas, um Selkirk Rex com pelos lisos, ou mesmo um persa cujo focinho é muito longo). 

Eles são os nossos gatos companheiros do cotidiano, que trazem a alegria para nossas vidas. Muitos foram adotados de abrigos, filhotes de nossos gatos, filhotes de gatos de amigos ou mesmo achados na rua. Serão eternamente gratos por terem encontrado novos lares, onde eles vivem cercados de  amor e atenção, que recebem de seus novos proprietários.

História

O gato srd remonta ao tempo dos faraós e, talvez, até antes. Mesmo que os primeiros gatos tendessem a ter características uniformes dentro de uma área geográfica, ao longo do tempo estas populações iniciais tornaram-se mistas. Existe o fato que vários gatos vinham em navios de outros locais do mundo, e foram muitas vezes abandonados juntando-se à população felina local. Os gatos sobreviveram à caça às bruxas dos anos 1500 e 1600, embora seus números fossem severamente reduzidos. 

Como as pessoas perceberam que os gatos eram valiosos na redução da população de ratos, e eram excelentes animais  de companhia, seus números cresceram. 

No início a maioria dos gatos foi autorizada a cruzar aleatoriamente e poderiam ser considerados os ancestrais dos gatos sem raça definida de hoje. No final de 1800, foi realizada a primeira exposição de gatos no Palácio de Cristal, em Londres. Enquanto alguns dos gatos tinham pedigree, outros eram srd. Os gatos srd tinham características e cores diferentes.

 

Aparência

Os gatos SRD variam em todos os tamanhos, formas, comprimentos de pelagem, e padrões de cores. Você vai encontrar todas as cores sólidas, além de combinações de todas as cores.

Para aumentar a confusão, os gatos SRD vêm com muitos nomes. Eles também são chamados de gato doméstico, gato vira lata, moggie (geralmente no Reino Unido) e mais nomes dependendo do local onde que vivem.

 

Saúde e Predisposição a Doenças

O que pode ser falado sobre a saúde de gatos SRD, é que eles podem ser predispostos a todas ou a nenhuma doença. Tudo depende de suas origens. Os gatos SRD são considerados resistentes a doenças, pela seleção natural. Exemplo: Nasce uma ninhada com 8 gatos; sete morrem, e o que sobreviveu cruza com outro sobrevivente de outra ninhada; e assim, surge uma população de SRD super resistente. Mas também pode acontecer, de cruzar dois gatos, de raça diferente, originando filhotes  com predisposição a doenças predispostas pelos pais. 

Mais uma vez, uma caixa de surpresa.

Cuidados

Os cuidados variam.

• Animais de pelos longos, escovar três vezes por semana.

• Animais de pelo curto uma vez por semana.

• Alimentação de boa qualidade.

• Bandeja de areia sanitária a disposição, e sempre limpa.

• Visita ao médico veterinário a cada 6 meses.

• Vacinas, vermífugos, e limpeza ocular e auricular conforme orientação do médico veterinário.

• Castração indicada.

Comportamento/Temperamento

Em gatos srd, não há realmente nenhum tipo de comportamento ou temperamento pré-definido. Aqueles que não são registrados, mas possuem pais com pedigree, exibem os traços de sua raça. Os gatos com apenas um dos pais com pedigree, geralmente, embora nem sempre, exibem os traços da raça, ou podem mostrar uma personalidade e características físicas, completamente diferentes. 

Com gatos srd, não há realmente nenhuma maneira de prever como se comportarão. Mesmo que você saiba ambos os pais, a personalidade real pode ser uma surpresa e pode ser mais baseada no ambiente e no modo de criação, do que em ascendência. 

Na verdade, tudo será uma enorme caixa de surpresa.

 

Fonte: Tudo Gato


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Melhorando a convivência entre cães

 

Existem diversas razões para brigas entre cães, mas a mais comum delas, e a que causa mais problemas para quem tem mais de um cachorro em casa, é devido à organização hierárquica entre eles. Para começar a entender porque cães que moram numa mesma casa brigam, é preciso primeiro entender como funciona e porque é tão importante a hierarquia para eles.

Por séculos convivemos com os cães e os chamamos de melhor amigo do homem. Mas será que conhecemos, realmente, nossos melhores amigos?  Será que nós, humanos, entendemos o que se passa na cabecinha destes maravilhosos animais? Como eles se organizam e como percebem o mundo?

A maioria das pessoas não têm a menor idéia de como funciona o mundo dos cachorros. Para começarmos a entender esses peludinhos precisamos saber que cães são animais sociais.  Eles precisam e querem conviver numa família, seja esta família canina ou humana.

Outra característica importante no mundo dos cachorros é forma hierárquica com que eles se organizam.  Para os cães não existe igualdade. Nem eles querem que exista.

Quando um cachorro vive com um grupo de outros cachorros, seja no fundo do quintal, seja no meio do mato, sempre haverá um líder. Os outros membros da matilha também estão subordinados uns aos outros, de forma que os mais fortes e dominantes podem mais, e os mais submissos podem menos.  Quando cada um sabe o seu lugar dentro do grupo, dificilmente irão ocorrer brigas. Quando elas ocorrem são normalmente passageiras e significam que um cachorro que ocupa uma posição inferior está tentando subir um degrau na hierarquia do grupo.

As causas mais comuns para as brigas são quando o líder da matilha fica muito velho ou doente, ou entre cachorros de mesmo sexo e mesmo porte que se acham capazes de desafiar um ao outro.

Ao líder da matilha caberá manter a ordem, a disciplina e a segurança dos outros cães. Também é dele que partem as ordens de vigilância do território ou o comando de ataque a uma presa. O líder nunca descansa, está sempre alerta, com as orelhas bem em pé e parecem sempre estar andando nas pontinhas dos dedos. Carregam a cabeça alta, fazem ar de importante, mantêm o rabo bem alto e majestoso, sem falar no olhar  intimidador que ele lança para os cães mais desavisados que ousam interferir no seu sossego.
 
Aos subordinados cabe ajudar o líder nas caçadas, defender o território, ajudar a cuidar dos filhotes e, principalmente, obedecer ao líder, que sempre escolhe o melhor lugar para dormir, a maior porção de comida, para que lado eles vão passear e investigar, quando parar para descansar e quando iniciar um ataque.
 
O que para nós parece maldade ou tirania, para os cães é apenas a natureza e a forma como eles sobrevivem. Cachorros não pedem, não negociam, não dão uma segunda chance. Nem tampouco eles contam até três.
 
Se você já entendeu esta parte, aí vão mais algumas considerações que podem ajudar a entender e a enfrentar este problema.
 
Normalmente os cachorros que vivem numa matilha estável (sempre os mesmos "moradores")  não ficam disputando a liderança o tempo todo porque o líder nem dá este tipo de confiança para os cachorros mais submissos. Quando a matilha é estável o líder é líder e pronto. Problemas podem acontecer quando novos cães são incluídos na matilha pelos seres humanos (dificilmente acontece na natureza de um cachorro estranho se juntar a uma matilha já estabelecida. O grupo só cresce quando nascem filhotes).
 
Quando os filhotes nascem, os pequenos jogos entre eles já vão dizendo quem vai ser o próximo líder. A briga só acontece quando o filhote líder (agora já adulto)  começa a testar o velho líder para ver se ele já está velho e cansado o bastante para ceder o posto. No entanto, ao contrário do que possa parecer, o líder da matilha não é líder só porque ele "bate" nos outros cachorros. O líder é líder por muitas razões, a menor delas é a força física contra os membros da matilha.  Afinal, se fosse só por medo, a matilha toda poderia tornar o líder um proscrito e com certa facilidade. Dificilmente o líder tem que ficar se impondo.  Ele é o mais forte, o mais decidido e o que comanda naturalmente. Os outros o seguem por respeito.
 

Se por um lado os cães não demoram muito nem têm muita dificuldade para estabelecer a regra do jogo entre eles, por outro, os donos mesmo sem saber estimulam disputas "protegendo" o menos dominante e brigando com o mais dominante. Por que eles começam a brigar? Porque quando o dono protege o menos dominante a mensagem que ele está passando é que espera que o mais fraco domine o mais forte  ("vai lá pequenininho, eu estou aqui e vou te dar todo apoio"). Enquanto isso o mais forte fica tentando provar para o dono que ele é o mais qualificado para a posição, e a melhor maneira para provar isto é dar uma "surra" no mais fraco.

 É uma tendência natural do ser humano (não do cachorro) querer equilibrar as relações, tentando fazer com que todos se sintam bem e que tenham os mesmos direitos. Para evitar maiores conflitos entre os peludos é preciso aceitar que existem certos privilégios, de acordo com a posição hierárquica que cada um ocupa, que devem ser respeitados (pelo menos para o cão isto é muito importante). Um deles é a proximidade física do líder (especialmente notada quando os líderes são os humanos). O apoio não vem do líder, parte do cão mais dominante a decisão de manter o mais submisso meio afastado do líder.
 

 É um engano pensar que cachorros precisam ser tratados com igualdade e que eles se sentem infelizes quando são "deixados um pouquinho" de lado. Nem todos os cães nascem para serem líderes, muitos são submissos por natureza. Um outro ponto é que ser líder não é uma atividade muito fácil. O cão tem que cuidar da segurança do grupo (ele nunca dorme direito, está sempre alerta), ele tem que promover as caçadas, afastar intrusos, manter a ordem, etc. É muito mais relaxante para os outros cachorros ocupar posições menos importantes. Uma vez que tudo esteja claro eles vivem muito bem. O problema é quando a gente bagunça isso, ou quando dois filhotes nascem geneticamente dominantes. A raça do cachorro também pode ser um fator de forte influência na freqüência em que vão ocorrer brigas entre os cães. Embora qualquer cachorro possa arranjar encrenca com outros cães (na maioria das vezes do mesmo sexo), nos casos dos terriers (inclusive o American Pit Bull) isto é um fato consumado. A socialização do filhote sempre ajuda a diminuir muito esta tendência para brigas, mas com algumas raças não é totalmente seguro e garantido deixar duas fêmeas, ou dois machos juntos sem supervisão.
 
Um outro ponto que vale a pena lembrar é que nem sempre a dominância é estabelecida pelo cão mais velho, nem mesmo por quem chegou primeiro no território, embora esta pareça ser a regra geral. Alguns cães são simplesmente mais dominantes geneticamente do que outros.  São líderes natos e não importa quem chegue, quando chegue, onde chegue, ou o tamanho que tenha, estes cãezinhos irão subjugar e seduzir os outros cães pelo poder. Quando se tem dois cachorros brigando na mesma casa é preciso fazer algumas alterações na nossa rotina para poder ajudá-los a se ajustar.

 
Primeiro identifique quem é o cão mais dominante e portanto com maior propensão para assumir a liderança. Fique de olho sempre que eles estiverem juntos e vá vendo como eles se comportam.  Se um aceitar bem as correções do outro (geralmente o mais velho vai ser o mais dominante), dificilmente vão haver grandes confrontos enquanto o mais novo não atingir a maturidade (mais ou menos 2 anos).
 
Deixe que os cães estabeleçam quem é o dominante e quem é o dominado e aceite este arranjo entre eles. Dê comida, fale, brinque, faça festa e qualquer outra coisa, sempre para o mais dominante primeiro.  Não tenha pena de deixar o mais submisso em segundo plano.  Para os cães isso é a lei natural das coisas e eles aceitam bem a hierarquia, desde que ela esteja bem definida.
 
 Coloque-os para comer em tigelas separadas e ofereça primeiro a comida do mais dominante. Evite grande sinais de mimos para o menos dominante na frente do mais dominante. Deixe bem claro que você é, e será sempre, o líder máximo e que não tolerará brigas entre eles.
 
Se as brigas forem poucas e nada sérias deixe que eles se entendam. Se as "ranhetações" estiverem  incomodando, brigue com o mais submisso e nunca com o mais dominante, mas não admita, em hipótese nenhuma, que ele (o mais dominante) desobedeça as suas ordens, mesmo que seja para dar uma dentadinha no mais submisso. A castração pode ajudar bastante mas deve ser realizada sempre de baixo para cima, ou seja, do mais submisso para o mais dominante.
 
Um outro exercício que ajuda bastante (principalmente para que a introdução de um novo cachorrinho aconteça sem muitos tropeços) é levar os cães para passear na rua, em local neutro. Cada um deve ir com uma pessoa, o mais dominante sendo levado pela pessoa que é mais respeitada e que seja o líder. Procure deixar os cães andarem lado a lado, com uma ligeira vantagem para o cachorro mais dominante ir na frente. Repita este exercício todos os dias. Ao chegar em casa libere da coleira primeiro o cachorro mais dominante e depois o mais submisso. Deixe eles descansarem juntos.
 
E finalmente, procure não separar os cães, a menos que eles ofereçam perigo uns para os outros (exceção para os cães cujas raças são conhecidas e criadas pela sua agressividade contra cães do mesmo sexo. Com estes todo o cuidado é pouco). Cães separados por muito tempo, e que já possuem um histórico de brigas, podem se tornar extremamente territoriais e, dependendo do caso, fica impossível juntá-los novamente.

 
Fonte: Dogs Times


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Pit Bull

 

O Pitbull um cão de muita controvérsia e fatos, pois esse cão não é para quem quer, mas sim para quem pode por que: A genética explica isso, ele foi criado para rinhas que particularmente considero fruto de uma bestialidade humana, pobre cães.

O Pitbull é um cão de alta energia e de personalidade marcante, ele precisa desde pequeno socializar com crianças, pessoas e outros animais.

Não deve em hipótese alguma ser criado em cativeiro (correntes) a não ser que seja o fio de aço que da a possibilidade do cão se deslocar, ele necessita de espaço e muito exercício físico para gastar a energia contida, e esta quando acumulada se transforma em stress e aí vem à agressividade.

Para o Pitbul o Agility é exelente e pode também fazer Cooper com seu dono. O tempo mínimo gasto em exercícios físicos é de no mínimo 2h por dia. Necessita de uma boa alimentação, adestramento, disciplina, rotina e muita atenção de seu dono (todos cães precisam).

Infelizmente o ser humano não é capaz de cuidar de sua própria prole que dirá de um cachorro.

Nos Estados Unidos as leis são severas nessa área e os americanos cuidam muito bem de seus animais.

Sou adoradora de animais  não tenho um pitbull mas tenho tres cães e aprendo muito com eles . Sei que cães reagem de acordo com as emoções humanas tais como, raiva, medo, stress, depressão etc…então é necessário o manejo com segurança.

Não podemos afirmar que esse ou aquele cão morde ou não, isso é muito relativo,  os cães são animais gregários e precisam conviver com sua matilha e para eles os donos fazem parte dela, se afastados de seus donos presos a correntes curtas  expostos a frio, chuva, sol, alimentação deficiente nem precisa ser um pitbull,  ele irá se tornar agressivo.

Mas a verdade é que está havendo uma cruza desenfreada de raças e quando um cão mostra sinais de agressividade ele não deve ser usado para a procriação, pois isso irá prejudicar a característica da raça.

Ufa! Mas o Pitbul não é só dentes, ele também é excelente na condução de cegos e usado em hospitais como coadjuvante no tratamento de enfermidades em pacientes e são chamados  “cães terapeutas”.

A culpa e responsabilidade de um cão que ataca pessoas é de  pura e exclusiva de seus donos.

Se você não pode dar tudo que um cão pitbull precisa não o tenha, pois estará fazendo um bem ao cão e a sociedade.

Cães precisam sim de guias e focinheiras, pois é seguro e está na lei e seus donos precisam se adaptar. O Brasileiro é muito rebelde no quesito cumprir leis e o estado é paternalista e não fiscaliza.

 

Não esqueça, quem Ama Cuida!

 

Liliane Marques: http://lilianemarques59.blogspot.com.br/

Cure O Mundo

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Lanternas Marroquinas, como fazer:

 

Mais uma super dica para deixar a casa bem enfeitada através da reciclagem. Para quê gastar dinheiro se temos tudo em casa?

Adote essa ideia :)

*Materiais:

1) Planeje um desenho um design com esquema para decorar o vidro, assim ficará mais fácil

2) Tinta dimensional ouro para fazer os apliques no vidro (pode ser tinta plástica ouro).

3) Tinta para vidro na cor caramelo, azul ou pêra.

 

*Passo a passo

1) Limpe bem o vidro que irá reciclar, e com tinta dimensional ouro (pode ser plástica ouro) comece a contornar o desenho que você planejou.

2) Depois de seca a tinta dourada, hora de pintar por dentro do vidro com a tinta vitra na cor escolhida.

3) O desenho do vidro pode ser feito com pontinhos para ganhar esse visual. Aqui a tinta azul vitral dá um contraste perfeito.

Agora é só decorar sua casa com as lanternas marroquinas feitas com os vidros reciclados.

 

Fonte: Pense de novo


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Vasos feitos em lâmpadas

 

 

*Para fazer os vasos você vai precisar de:

1 – Uma serra para metais;

2 -Três lâmpadas;

3 – Três pedaços de arame de espesura média;

4- -Uma chave de fenda granda e outra pequena;

5 – Um prego pequeno;

6 – Martelo.

 

Passo 1:

Corte o topo da parte metálica da lâmpada com a serra.

Passo 2:

Retire com cuidado a parte de vidro que fica dentro da lâmpada. Use a chave de fenda pequena para isso. Com a chave de fenda maior retire os fios que compõem a lâmpada.

 

 

Passo 3:

Neste ponto a lâmpada deve estar completamente oca. Com a chave de fenda trabalhe a abertura que você fez para que ela fique menos pontiaguda.


Passo 4:

Com um prego e um martelo faça dois pequenos furos, um de cada lado da parte metálica da lâmpada. Insira uma extremidade do arame em cada furo. Enrole a extremidade e seu vaso está pronto!

 

 

Fonte: Blog Greenleaf Brasil


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Recicle – Carteira de luxo feita com caixa de leite.

Artesanato com caixas de leite

 

Já pensou em reutilizar as caixas de leite para fazer uma linda carteira?

Veja o passo a passo:

 

Material:

- 1 caixa de leite vazia e limpa

- 1 pedaço de manta acrílica (de 25 x 35 cm)

- 2 pedaços de tecido estampado (de 25 x 35 cm cada)

- 1 m de viés preto

- Botão grande

- 30 cm de elástico redondo e preto

- Cola instantânea

- Cola para tecido

- Cola branca

-Tesoura

- Linha branca

- Agulha grossa

carteira1

Abra a caixa de leite e limpe-a bem. Passe cola branca no lado colorido da caixa e grude a manta acrílica.

Espere secar por cerca de 20 minutos.

carteira2

Com a cola de tecido, grude um pedaço do pano estampado por cima da manta acrílica e outro do lado prateado. Corte as sobras, deixando o pano e a manta bem rentes à caixa de leite.

 

carteira3

Dobre tudo no sentido do maior lado do retângulo, sem marcar muito. Arredonde as pontas de apenas um dos lados.

Abra o retângulo novamente.

carteira4

 

Agora dobre a peça no sentido do lado menor. Forme a bolsa, deixando duas partes do mesmo tamanho e a ponta arredondada por cima. Costure as laterais das partes de tamanho igual. É aqui que seus pertences serão guardados, por isso deixe bem preso.

 

carteira5

 

No centro da parte arredondada, faça um furo com a tesoura.

 

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Use a cola de tecido para arrematar as bordas com o viés preto. asse as duas pontas do elástico dentro do furo. Faça um nó grosso do lado de dentro. Para aderir melhor, use cola instantânea.

 

carteira7

 

Do outro lado, costure um botão grande em cima do furo do elástico. Se quiser, fixe-o melhor com cola.

 

 

Fonte: M demulher




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Decoração com cascas de ovos!

 

 

Já pensou em  utilizar a casca do ovo para fazer uma bonita e delicada decoração para a sua casa?

É fácil e rápido de fazer:

*Lave bem a casca e pinte com corante alimentício (você também pode colar tecidos, folhas, fazer desenhos etc);

*Encha a casca com água e coloque o arranjo (ou se preferir pode colocar terra e plantar as sementes de sua escolha).

Dica: Para segurar o  vaso, você pode utilizar suportes para ovos ou customizar uma caixa de ovos e colocar vários vasos decorados nele. 

 

Solte sua imaginação :)

 

Fonte: Blog Cafofo Fino

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Como Montar um Jardim Pequeno!

como montar um jardim pequeno

 

Um jardim pequeno perto de um alpendre, na porta de trás ou da frente da casa, pode ter um grande impacto no visual do ambiente por um baixo custo, e apenas usando um pequeno espaço.

Escolha uma área perto da entrada, onde as pessoas se reúnem. Estas áreas são onde as pessoas vão estar, e você vai querer que seu jardim fique sempre visível, não é mesmo?! Não monte seu jardim em um caminho de tráfego, afinal isso poderá causar danos às plantas.

Calcule quantos metros quadrados o seu jardim terá e determine a quantidade de material que irá necessitar. Uma boa maneira, é usar materiais encontrados na natureza, como pedras, por exemplo. Elas podem servir tanto na decoração, quanto na organização e divisão das plantas.

Quanto às espécies das flores, dê preferência para as menores, afinal você não terá muito espaço e se optar por flores grandes não poderá ter muitas variedades.


Fonte: Cultura Mix


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Armazenamento em Garrafas Plásticas – Engarrafamento!

 

Tipo de garrafa: Pet transparente incolor.

Faça a higiene das garrafas e tampas previamente. Para começar oarmazenamento tudo deve estar bem seco e limpo.

Antes de armazenar qualquer grão fazer a pré-secagem.

Tipos de conservantes naturais e modo de armazenar :

 

ARROZ, FEIJÃO, E GRÃOS : ARMAZENADOS COM ALHO BRANCO

Arroz garrafas de 2 LitrosFeijão e demais grãos – garrafas de600 ml a 1 litro máximo (excetopara famílias com número depessoas muito grande).Essa orientação com relação aotamanho das garrafas e o tipo degrão a ser armazenado baseia-seno fato de que, depois de aberta agarrafa , o alimento armazenado deve ser consumido no espaço de 01 semana à 10 dias. Depois desse tempo oalimento estraga-se com muita facilidade.

Como fazer:

Coloca-se 1 dente de alho ( em perfeito estado e com casca) no fundo dagarrafa e a cada 4 dedos de grão, coloca-se outro dente de alho, a cada vezque se colocar nova quantidade de grão deve-se socar bem , batendo com ofundo da garrafa sobre um pano de prato, colocar mais 1 dente de alho grãoaté a acomodação dos grãos. Não pode haver espaço livre dentro da garrafa.Ou seja, quando apertada com o dedo a garrafa não deve ceder. Feche bemcom fita crepe ao redor do gargalo. Coloque uma etiqueta com o nome evalidade do produto.

 

* Eliminando-se o ar de dentro das garrafas elimina-se o oxigênio (necessáriopara a existência das bactérias).

 

ARROZ, FEIJÃO E GRÃOS Também podem ser armazenados com folhade louro , a diferença é que ao invés de 1 alho usa-se 2 folhas de louro a cada4 dedos de grão.

 

* USA-SE com mais freqüência o alho por sua propriedades anti-bactericidas e anti-fungicidas.

 

Fonte: Scribd

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Sacolas plásticas X meio ambiente

As sacolas plásticas ou saquinhos de supermercado são uma “praga” moderna que deve ser aos poucos abandonada por todos nós. Saiba mais sobre seus malefícios e como eliminá-la de sua vida.

A maioria das invenções estão diretamente relacionadas com nosso conforto e praticidade, porém muitas delas são colocadas no mercado sem nenhuma pesquisa mais profunda de seu impacto, principalmente ambiental. A regra é o lucro imediato. Este é o caso das sacolas plásticas ou “saquinhos de supermercado”. Que nos últimos tempos ela virou uma “praga” ninguém pode negar. Uma praga digo no sentido de que qualquer coisa que compramos, até mesmo uma cartela com 4 comprimidos, é embalada nela.
Origem

Sua invenção data de 1862 e foi uma revolução para o comércio por sua praticidade e por ser barata. Apesar de antiga a invenção veio explodir no Brasil a partir da década de 80, contribuindo para a filosofia do “tudo descartável”. Mas agora sabemos (e os Europeus já sabem há um bom tempo) que elas são um dos grandes vilões do meio ambiente e apenas agora nos demos conta disto, bem como várias outras coisas que antes utilizávamos sem nenhum peso na consciência.

Motivos de sobra para abandoná-la

Mas porque ele é assim tão prejudicial para o meio ambiente? Bem, em primeiro lugar o saquinho plástico é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos, ou seja, seu tataraneto pode no futuro se deparar com o saquinho que você jogou fora hoje. No Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por saquinhos plásticos, além disso a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma toneada de plástico são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os degetos resultantes.

Há um outro grande problema: a poluição dos mares por este tipo de lixo. Saquinhos plásticos no mar são confundidos por peixes e, principalmente, pelas tartarugas marinhas como águas vivas, um de seus alimentos. Assim ao ingerir o saquinhos as tartarugas morrem por obstrução do aparelho digestivo. Se você tiver oportunidade de um dia visitar o Projeto Tamar, verá que lá estão expostos vários cadáveres de tartarugas que morreram desta forma.

Os saquinhos também são uma das causas do entupimento da passagem de água em bueiros e córregos, contribuindo para as inundações e retenção de mais lixo. Quando incinerado libera toxinas perigosas para a saúde.

O que fazer então?

A grande idéia é aos poucos substituirmos as sacolas plásticas descartáveis, ou por sacolas realmente biodegradáveis (pesquisas estão sendo feitas no Brasil para a produção de plásticos a partir da cana de açúcar e milho) ou por sacolas não descartáveis. Lembra daquelas antigas sacolas de feira? Isto mesmo, elas aos poucos estão voltando e com força total. Nós aqui do Ser Melhor já temos a nossa!

Seguem algumas dicas de como começar a diminuir o uso das sacolas descartáveis:

  • Comece a levar uma sacola própria para fazer as compras, seja no supermercado, na venda, quitanda ou feira. Não importa que nela não caibam todas as suas compras, pelo menos uma parte delas vai para a sua casa sem utilizar o saquinhos;
  • As famosas “sacolas de feira” são uma grande dica, seja ela de plástico resistente, seja de pano;
  • Se a quantidade de compras seja muito grande, peça no supermercado caixas de papelão para transportar as compras. Algumas redes de supermercados já oferecem esta opção;
  • Caso seu supermercado utilize sacolas biodegradáveis, de preferência para estas;
  • Cuidado com as sacolas Oxibiodegradáveis. Apesar delas se “desfazerem” no ambiente, diferentemente de uma sacola biodegradável, que é consumida por microorganismos, a sacolas Oxidegradáveis se utilizam de componentes químicos nocivos para decompô-la, continuando a poluir o ambiente, apenas não serão visíveis aos nossos olhos
  • De preferência pelos sacos de papel;
  • Verifique as datas de validade dos produtos. Você poderá estar levando um produto que irá para o lixo. Além do desperdício de dinheiro você terá utilizado um ou vários saquinhos a toa;
  • Repense suas compras. Será que tudo que você está comprando será utilizado ou boa parte irá estragar e ir para o lixo? Você precisa mesmo do que está comprando ou foi a propaganda que lhe disse para comprar? Quanto menos compras, menos saquinhos serão utilizados.

Movimentações em torno do tema

Na Europa os costumes já começam a mudar. Na Alemanha se você não levar sua própria sacola ao supermercado tem que pagar um preço salgado por cada saquinho que utiliza, além de outras medidas adotadas pelo governo. A Irlanda segue o mesmo caminho e na Inglaterra redes de supermercados já oferecem saquinhos totalmente biodegradáveis.

No estado de São Paulo, o governo e entidades já estão se movimentando para reduzir o número de sacolas plásticas, incentivando com campanhas de esclarecimento a população, visando utilizar suas próprias sacolas para fazer as compras.

Mas sei que é difícil desvenciliar-se de um costume, de algo tão prático quanto as sacolinhas plásticas, porém temos que começar algum dia. Que tal hoje!?

 

Fonte: Ser Melhor

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