Como Montar um Jardim Pequeno!

como montar um jardim pequeno

 

Um jardim pequeno perto de um alpendre, na porta de trás ou da frente da casa, pode ter um grande impacto no visual do ambiente por um baixo custo, e apenas usando um pequeno espaço.

Escolha uma área perto da entrada, onde as pessoas se reúnem. Estas áreas são onde as pessoas vão estar, e você vai querer que seu jardim fique sempre visível, não é mesmo?! Não monte seu jardim em um caminho de tráfego, afinal isso poderá causar danos às plantas.

Calcule quantos metros quadrados o seu jardim terá e determine a quantidade de material que irá necessitar. Uma boa maneira, é usar materiais encontrados na natureza, como pedras, por exemplo. Elas podem servir tanto na decoração, quanto na organização e divisão das plantas.

Quanto às espécies das flores, dê preferência para as menores, afinal você não terá muito espaço e se optar por flores grandes não poderá ter muitas variedades.


Fonte: Cultura Mix


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Decoração com garrafas pet

As garrafas PET podem ser reaproveitadas através da decoração, mas para que isto aconteça é necessário trabalhar com o bom gosto e a criatividade. O plástico serve de material para diversas peças decorativas, que adicionam o charme do artesanato ao visual da casa.

Quem reaproveita garrafas PET também contribui com o meio-ambiente, já que coloca em prática a reciclagem. Os trabalhos prometem surpreender ao utilizar pedaços de plástico incolor ou verde, além do formato do recipiente.

É possível decorar a casa com objetos feitos de garrafas PET sem parecer cafona. Porém as peças devem ser confeccionadas com delicadeza, explorando a versatilidade do material. As possibilidades se tornam ainda maiores na decoração da residência para determinadas ocasiões, como o Natal.

A transparência é um dos elementos mais explorados na hora de trabalhar com garrafas de plástico na decoração, permitindo até mesmo efeitos de luz. Vale ressaltar que todos os ambientes da casa podem ser decorados com o material, desde as áreas externas às internas.

 

Dicas para usar garrafas PET na decoração

  •  Ambientes internos:

As peças decorativas de PET podem ser usadas de diferentes maneiras dentro de     casa, sempre atuando como um toque de charme. Uma cortina confeccionada       com o fundo do recipiente, por exemplo, faz alusão a várias flores em conjunto, com um belíssimo caimento para compor divisórias. A proposta se torna   interessante principalmente com o sucesso dos ambientes integrados.

As garrafas PET podem dar origem a enfeites que decoram os móveis, como vasos, móbiles, esferas e luminárias. Para ir além de um simples toque, vale apostar nos itens mobiliários confeccionados com o plástico, como é o caso de poltronas, pufes e até mesmo sofás.

 

  • Ambientes externos

O jardim da casa pode ser decorado com garrafas que servem de recipientes para o cultivo das plantas. Outra ideia interessante para inovar a aparência da área externa é confeccionar flores artificiais com garrafas, capazes de compartilhar espaço com as plantas naturais e criar um efeito magnífico no paisagismo.

Ao trabalhar com garrafas PET na decoração externa, não é preciso se limitar apenas ao aspecto natural do material. Dá para fazer vários recortes, encaixes e apostar numa pintura decorativa para tornar a peça ainda mais original.

 

Veja algumas fotos de decoração:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Mundo das Tribos

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Super dono – Os 10 mandamentos

1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim.

2. Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim.

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3. Tenha confiança em mim. É fundamental para o meu bem-estar.

4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.

5. Fale comigo de vez enquando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem seu tom de voz e sinto o que

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você está me dizendo. Isso ficará gravado em mim para sempre.

Dog13.jpg (7700 bytes)6. Antes de me bater, lembre sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que nunca vou usá-los em você.

7. Antes de me censurar por estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte antes se não há alguma coisa me incomodando.

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8. Cuide de mim quando eu ficar velho; você também vai ficar.Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado. Ou também meu coração que está ficando velho e cansado.

9. Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos.
Nunca diga “prefiro não ver” ou “faz quando eu não estiver presente”.

Dog10.jpg (3675 bytes)10. Tudo é mais fácil para mim com você do meu lado.

 

 

 

 

Fonte: Dog Times

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Cuidados com seu cão na volta das férias

 

Quando as férias chegam ao fim, quem viajou levando o animal de estimação deve observar alguns cuidados na volta para casa.
Aqueles que foram para o litoral, não devem esquecer de administrar um medicamento para prevenir o “verme do coração” (dirofilariose) em seus cães. Lembre-se que a doença é causada pela picada de mosquitos, assim, mesmo que você não tenha deixado seu cão ir à praia, ele pode ter sido infectado. O medicamento só pode ser indicado e comprado com receita veterinária.

Se você foi para o sítio ou fazenda, seu amigão pode trazer companhia: carrapatos e bernes. Se os carrapatos aparecerem, uma boa tosa e um banho carrapaticida (de preferência em um pet shop) ajudarão. Carrapatos são transmissores de doenças como Babesiose e Erlichiose. Nem todo o carrapato está infectado, mas se você notar seu animal apático, sem apetite e sonolento, após uma infestação por carrapatos, procure o veterinário.

Os bernes (larvas de moscas) devem ser retirados pelo veterinário. Para detectar a presença de um berne, basta observar um pequeno orifício na pele do animal e coceira insistente na região. Os bernes podem aparecer em qualquer local do corpo, mesmo entre os dedos, orelhas, etc.. São locais sensíveis, deixe para o veterinário a remoção das larvas.

Ao chegar em casa, após um período prolongado de ausência, os donos podem ter uma surpresa desagradável… as pulgas. Ovos de pulgas podem ser viáveis por um longo período e começarem a eclodir na época do calor e chuvas. De repente, a casa fica invadida pelas pulgas, cujos ovos estavam “adormecidos” entre os tacos, tapetes ou carpete… Se isso acontecer, e a quantidade de pulgas for grande, recorra à dedetização em duas etapas, com intervalo de 15 dias. Use também um antipulgas de ação prolongada em seu animal.

Não esqueça de dar vermífugo para o seu amigão. Ele passeou, lambeu e cheirou muitas coisas diferentes, até aquelas que você nem viu. O veterinário poderá prescrever um vermífugo adequado.

Observe também os ouvidos do seu animal. A presença de cera em excesso, cheiro desagradável, vermelhidão ou coceira, podem indicar otite. Consulte o veterinário para tratar corretamente.

 

Fonte: Web Animal

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Veranistas de Tramandaí e Imbé devem se afastar da praia durante todo o fim de semana, diz Fepam

 

Veranistas de Tramandaí e Imbé devem se afastar da praia durante todo o fim de semana, diz Fepam  Adriana Franciosi/
 

O presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental, Fernando Niedersberg, pede aos veranistas de Imbé e Tramandaí que se afastem da praia durante todo o final de semana. Segundo ele, não é recomendável o contato com o mar e com a areia nos próximos dias.

— Mesmo com a areia limpa, com certeza na água as manchas de óleo não se dispersaram totalmente. Isso é impossível de se dispersar em tão pouco tempo. O petróleo é altamente tóxico, então, por precaução, recomendo que sejam interditadas as praias de Tramandaí e Imbé — afirmou Niedersberg.

A posição da Fepam contraria a expectativa do secretário de Meio Ambiente de Tramandaí, o oceanógrafo Antônio Matos, que pretendia liberar o banho no mar a partir das 13h. Desde o início desta tarde, placas avisando que o mar está impróprio para banho são fixadas ao longo da orla dos dois municípios. Niedersberg, no entanto, não descarta que outras praias do Litoral Norte possam ser interditadas também.

— Por enquanto, nosso monitoramento identificou petróleo apenas em Tramandaí e Imbé, mas há relatos de manchas em Atlântida e Capão da Canoa. Quem enxergar essas manchas deve deixar a praia — orienta o presidente.

Na manhã de quinta-feira, o descarregamento de petróleo de um navio para uma monoboia da Transpetro, da Petrobras, causou vazamento do produto no mar, em Tramandaí. Uma equipe de 150 homens concluía a limpeza da praia na manhã desta sexta-feira.

Fonte: Zero Hora

 

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Aids felina não atinge humanos, mas leva gato à morte.

 

 

Ainda desconhecida da maioria da população, a Aids felina é uma doença que não atinge os seres humanos, mas evolui para um quadro letal entre os gatos.

Apesar de o nome –que leva a sigla para síndrome da imunodeficiência adquirida– ser igual, essa "versão" animal não é provocada pelo HIV (vírus da imunodeficiência humana), mas pelo FIV (vírus da imunodeficiência felina), que foi isolado pela primeira vez em 1986. Os dois são da mesma subfamília (Lentivirinae).

A transmissão se dá pela saliva. Estima-se que o número de gatos de rua infectados seja muito maior do que o encontrado entre gatos domésticos, tanto pelo contato mais freqüente com outros animais quanto pelas características desse contato, que provoca arranhões, mordidas e outras formas de transmissão da saliva de um animal para outro. Os machos adultos estão mais suscetíveis ao vírus, uma vez que se envolvem mais em brigas.

A veterinária Heloisa Justen Moreira de Souza, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e autora do livro "Coletâneas em Medicina e Cirurgia Felina" (LF Livros), ressalta que a contaminação é geralmente assintomática. "Depois, o animal pode manifestar doenças relacionadas ao FIV, como gripe, doenças de pele e gastrointestinais", diz a especialista. São as chamadas doenças oportunistas, que ocorrem de forma similar nos casos humanos.

"Com o sistema imunológico já bastante debilitado, o gato entra então na fase da síndrome da imunodeficiência", relata a veterinária. Nesse estágio, o animal desenvolve doenças que podem levar à morte, como insuficiência renal e linfoma.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico geralmente é feito com um exame de sangue (Elisa) realizado pelo veterinário. O resultado sai na hora. No caso do exame PCR, é preciso esperar uma semana para conhecer o resultado.

Não há cura para a infecção pelo FIV, apenas tratamento para tentar diminuir a incidência de doenças oportunistas. "Há uma vacina nos Estados Unidos, mas ainda existe muita controvérsia em torno dela, pois há sete subtipos do FIV e a vacina não imuniza contra todos", destaca a especialista.

Como recomendação, Heloisa afirma que o ideal é manter o gato doméstico preso, para evitar contato com animais de rua.

 

Fonte: Uol


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A Mudança como Caminho para Evolução – “Crueldade Nunca Mais”

 

 

Protetores independentes, ONGS, vegetarianos, veganos, não veganos, não vegetarianos, crianças, homens, mulheres, seres humanos! Reunidos no mundo todo para manifestar o seu amor pelos animais e o desejo profundo de mudança das nossas leis.

 Alguns anos atrás o assunto “maus-tratos” não era tão discutido como está sendo nos dias de hoje, o número de pessoas engajadas em ações em prol dos animais vem crescendo muito. As consciências estão mudando, com todas essas ações pacificas nós formamos uma massa crítica, ondas de energias positivas se propagam pelo planeta colaborando no processo de mudança. Para quê fomentar a dor e o ódio se podemos nos manifestar a favor da paz, a favor dos animais longe dos circos, dos animais longe das universidades e assim por diante? O número de jovens lutando pelos direitos dos animais é muito grande, crianças estão tomando a linha de frente, aprenderam com seus pais que um animalzinho também sente dor, também sente fome e precisa de muito carinho e cuidado “Todos os animais dão sorte” intitula a placa da menina, sim eles nos dão muita sorte, pois com eles aprendemos sobre amor, ser feliz com o que temos e como somos, já que os animais precisam apenas de nós humanos para serem felizes. A nós eles doam o seu coração. E nós aprendemos a doar o nosso. Essas crianças são as mesmas que estarão amanha ensinando seus filhos o valor de respeitar e preservar uma vidinha, os filhos delas passarão os mesmo valores para os seus e assim por diante.

 Frases como “Penas Mais Rígidas e Cadeia para quem maltrata animais”, “eu amo os animais”, “Gostar de um animal é um direito. Respeitá-los é um dever.” entre muitas outras frases marcaram a manhã de sol escaldante, sol que não derrubou a vontade de vencer, a vontade de um dia poder ver a nação inteira andando lado a lado com os animais, sorrindo e chamando de “meu irmão”!

Nota: Crueldade Nunca Mais foi uma manifestação mundial, ocorrida no dia 22/01. O Cure O Mundo esteve presente no movimento de Porto Alegre, que ocorreu desde a Redenção até o Gasômetro. O motivo da manifestação era exigir leis severas a quem maltrata os animais, já que nossas leis são tão brandas, quase inexistentes.

Cidades Participantes:

 No Brasil ocorreu em 175 cidades, dentre elas Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Em outros lugares do mundo Nova York, São Diego, Miami e Londres.

Por Carolina Marques

 

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Bernes

 

Os bernes são larvas de moscas que se desenvolvem no tecido subcutâneo de animais. É comum o seu aparecimento em pessoas que vivem ou frequentam o campo. A infestação da pele por bernes também é considerada uma miíase (proliferação de larvas de mosca em tecido vivo), mas ela é diferente da lesão de pele denominada "bicheira".

Nessa última, várias larvas de mosca se desenvolvem e se alimentam de tecido vivo, caminhando pelas regiões circunvizinhas, causando grandes "crateras" sob a pele. No caso do berne, apenas uma larva se desenvolve no local e a lesão não é invasiva, ou seja, a larva permanece todo o tempo no lugar por onde penetrou.

A mosca causadora do berne, também chamada de "mosca berneira" (Dermatobia hominis), 

usa um artifício muito interessante para a perpetuação da sua espécie. Esse inseto vive por apenas 24 horas. Na época da postura, que ocorre nas estações mais quentes do ano (presença de temperatura e umidade ideais), a mosca berneira "captura" um outro inseto, normalmente uma outra espécie de mosca, e nele deposita seus ovos na região do abdômen.

Quando o inseto veiculador pousa sobre o animal, as larvas imediatamente se projetam para fora do ovo, caminham por entre os pelos até atingirem a pele. Ali criam uma pequena perfuração por onde penetram. É nesse local que a larva irá se desenvolver. 

Em cerca de 1 semana, a larva já aumentou 8 vezes de tamanho, podendo permanecer por 40 dias ou mais na pele do hospedeiro, crescendo continuamente.

O orifício por onde a larva penetrou continua aberto durante todo o tempo, pois é através dele que a larva respira. Por esse detalhe torna-se fácil reconhecer uma lesão causada por berne: um nódulo subcutâneo com um orifício bem visível na superfície da pele.

As larvas possuem o corpo recoberto por pequenos espinhos. Sua movimentação dentro do orifício causa dor e incômodo. Alguns animais apresentam diversos bernes espalhados por todo o corpo, não sendo poupadas as orelhas, a cauda, a região entre os dedos, prepúcio, etc.. As larvas devem ser extraídas para livrar o animal da dor, caso contrário, o cão tentará mordiscar a pele a todo momento tentando retirá-las. 

Caso o berne venha a morrer antes de completar seu ciclo, o orifício de respiração se fecha. O nódulo sob a pele pode ou não ser absorvido pelo organismo.

A morte da larva também costuma ocorrer quando pessoas sem experiência tentam "espremer" o berne para forçá-lo a sair. Existe a maneira correta de fazer isso e é melhor pedir auxílio ao veterinário. Dependendo da região onde o berne está, o cão precisará receber uma pequena dose de sedativo para suportar o procedimento de retirada da larva. 

Para evitar os bernes, é preciso manter as moscas afastadas. Remova as fezes do cão várias vezes ao dia, lave diariamente o local onde ele urina e mantenha o lixo da casa sempre bem fechado.

Algumas gotas de essência de citronela espalhadas pela pelagem do cão podem evitar que insetos pousem.

Existem medicamentos por via oral que, ao mesmo tempo em que controlam a infestação de pulgas, impedem o desenvolvimento de larvas de moscas sob a pele. Informe-se com o seu veterinário.

É preciso salientar que, embora os bernes ocorram com mais frequência no verão, eles podem aparecer em qualquer outra época do ano. Basta que haja condições favoráveis (ocorrência de dias quentes no inverno, por exemplo). Daí os cuidados no combate às moscas devam ser contínuos.

 

Fonte: Silvia C. Parisi – Webanimal

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Leptospirose – Um perigo para você e seu cão! Saiba como evitar.

 

Essa é umas das importantes doenças transmitidas pelos animais ao homem (zoonose). A leptospirose, também conhecida como "doença do xixi do rato", é causada por uma bactéria, um microrganismo que penetra pela pele, mas que também pode ser ingerido junto com água e alimentos contaminados. Os roedores são os grandes responsáveis pela transmissão da doença através de sua urina.

Para transmitir, eles precisam estar contaminados pela bactéria. Portanto, se o seu cão matou um rato, isso não quer dizer que ele, necessariamente, vá contrair leptospirose. É preciso saber com veterinários da região se há muitos casos da doença e se eles aconselham tratar o animal preventivamente. Nem sempre é necessário.

Os ratos têm atração pela ração dos animais e podem contaminá-la ao urinar nas proximidades. Por isso, é importante deixar o comedouro dos cães em locais altos, assim como armazenar os sacos de ração em recipientes bem fechados ou em locais inacessíveis aos roedores.

O cão contaminado pela leptospirose apresentará falta de apetite, vômito, febre e um sintoma bastante característico, a urina de cor amarronzada. A bactéria atinge os rins e o fígado do animal. Alterando a função hepática, a leptospirose causará icterícia, notada pelo amarelamento das mucosas como olhos, gengivas, etc.

O tratamento da leptospirose é feito com antibióticos e há chance de cura, porém, ele deve ser iniciado o mais rápido possível ou a vida do animal estará sob risco.

Para evitar a leptospirose, é importante vacinar anualmente os cães. As vacinas múltiplas mais modernas protegem os animais contra quatro tipos de leptospirose, aqueles que mais comumente afetam os cães. No entanto, há vários outros tipos que acometem outras espécies e podem, mais raramente, atingir também o homem e o cão. Em regiões endêmicas, ou seja, onde sempre há casos de leptospirose, é necessário vacinar o cão duas vezes por ano contra a doença.

Na prevenção, também é importante evitar a contaminação da água e alimentos pela urina do rato. Não acumule lixo no interior ou na porta de casa, pois isso atrai os roedores. Em épocas de chuvas, evite o contato com as águas de enchentes, pois elas afloram de bueiros que estão infestados de ratos.

O homem deve tomar as mesmas precauções para não se contaminar com a doença. Também deve evitar o contato direto com a urina e sangue de seu animal, se ele estiver com suspeita de leptospirose. Os casos de leptospirose em cães devem ser notificados às autoridades sanitárias (vigilância sanitária) pelo seu potencial de transmissão ao homem.

Vacine o seu cão e tome todos os cuidados para ele não se contaminar com a leptospirose, principalmente na época das chuvas.

 

Fonte: Webanimal 


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Cães gostam de grama!

Todo mundo já viu um cachorro, seja grande ou pequeno, vira-lata ou de raça, comendo grama. Há muitas razões para esse tipo de comportamento, mais do que normal, em nossos queridos cães.

Uma das explicações mais interessantes é apresentada pelo Dr. Holly Frisby, médico veterinário, na Carolina do Norte (EUA), do Hospital Veterinário Winston: Os parentes caninos selvagens de nossos cães domésticos, como os lobos, as raposas e os cachorros-do-mato, possuem como parte essencial de sua dieta a captura de animais herbívoros, sendo assim, indiretamente, esses animais selvagens acabam ingerindo muitas gramas e plantas que estavam nos intestinos daqueles herbívoros.

Portanto, cães domésticos podem comer grama e matinhos porque, na realidade, é uma parte normal da dieta deles… Segundo Dr. Frisby, comer grama está na natureza deles… Ou, simplesmente, nossos amigos cães domésticos estão procurando a mesma nutrição fresca e crua, que era desfrutada por seus antepassados selvagens, saudáveis e fortes.

Outra razão, bastante intrigante, é o fato de cachorros comerem grama quando estão correndo e caçando. Ocorre que na caçada o cachorro come a grama por onde a sua presa passou e, até mesmo urinou (um rato, um coelho, um tatu, uma cotia). Dessa maneira, o cão caçador junta informações através da sensação do cheiro e do gosto do animal a ser procurado e caçado…

E, finalmente, cachorros comem gramas e matinhos quando se sentem com o estômago "enjoado". A grama age como um irritante do estômago, fazendo o animal vomitar a comida "indesejada" ou o "veneno" ingerido… A grama, também, adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo o risco de câncer de intestino.

O mais interessante é que o ato de comer grama faz com que nossos cães, mesmo involuntariamente, consumam um produto muito importante para a saúde: a clorofila. A clorofila inibe o crescimento bacteriano em feridas, combate as infecções de gengiva, de garganta e de úlceras gástricas e inflamações de intestino. É responsável pela renovação de tecidos, promove uma flora intestinal saudável e ativa enzimas para produzir vitaminas A, E e K.

Mas, cuidado, aquela graminha do jardim, do quintal ou da calçada pode estar contaminada com agrotóxicos e poluição, a ingestão desses "verdinhos" pode ser tóxica e, também, o que é muito preocupante, trazer vermes e parasitas para o seu animal. Mas a tecnologia aliada à natureza tudo pode e tudo providencia…

Há no mercado nacional um produto chamado Graminha Para Cães, para que os nossos amigos possam se abastecer de fibras vegetais e clorofila, sem qualquer tipo de aditivo químico… É um potinho com tampa, dentro há sementes de aveia, milheto e azevém, misturadas a um substrato inerte. Basta abrir o potinho, colocar água e em 6 a 8 dias obter brotos verdes, tenros e nutritivos.

 

Fonte: webanimal


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Problemas dermatológicos

Se o pelo do seu amigão não anda bem, caindo ou com falhas, ele pode estar com algum problema de pele. Conheça as causas mais comuns.

Os principais problemas dermatológicos dos cães são as dermatites alérgicas, dermatites parasitárias (sarnas), as micoses superficiais e as piodermatites.

Alergias

Dentre as alergias, a mais frequente em nosso país é a alergia à picada de pulgas. Isto ocorre devido às condições climáticas favoráveis à procriação deste inseto, ocorrendo uma grande incidência desta alergia em meses mais quentes. Atualmente, existem várias maneiras de controlar esse problema, desde "anticoncepcionais para pulgas", dados ao cão e ao gato por via oral, até inseticidas dotados de prolongada ação residual.

A atopia, alergia desencadeada por inalantes (ácaros, bolores e pólen) é o segundo tipo mais frequente de alergia em cães, e pode ser diagnosticada através de exame de sangue específico. Em terceiro lugar situa-se a alergia alimentar, sendo os alimentos de origem proteica (carne bovina e frango) os principais envolvidos. 

Sarnas

Existem 2 tipos: a escabiose, transmissível a outros animais e ao homem, e a sarna negra ou demodécica, transmitida apenas da mãe para os filhotes nas primeiras horas de vida. Esta última causa lesões geralmente mais graves do que aquelas desencadeadas pela escabiose, e pode ser controlada, mas não curada totalmente. 

Portanto, fêmeas que apresentam ou apresentaram quando filhotes a sarna negra, não devem procriar a fim de evitar-se maior disseminação desta doença. Curiosamente, a escabiose felina pode ser transmitida ao cão e vice-versa, e ambas (felina e canina) podem ser transmitidas ao homem.
 
Micoses
 
As micoses superficiais são mais frequentes em cães e gatos jovens (menores de 1 ano de idade) e são adquiridas através do contato com a terra, fômites contaminados (pentes, toalhas, tapetes…) e com outros animais. Estas também são potencialmente transmissíveis ao homem.
 
Piodermites (infecções bacterianas da pele)
Podem aparecer como consequência de qualquer uma das doenças acima citadas, sendo portanto, extremamente frequentes. Muitas vezes são confundidas com micoses ou alergias pelo clínico geral não especialista, pois assumem aspectos diversos e variados, assemelhando-se a outras dermatites. Além de diagnosticar e tratar a piodermite, é fundamental que se investigue as suas causas a fim de se evitar que ela reapareça.

 

Problemas hormonais

Diabetes mellitus, hipotireoidismo (diminuição da atividade das glândulas tireoides) e hiperadrenocorticismo (aumento da atividade das glândulas adrenais), podem levar a piodermites crônicas e recidivantes (que melhoram e depois reaparecem), além de causar queda do pelame e alteração na cor da pele e do pelo, podendo ainda estar acompanhadas de obesidade.

A melhor forma de prevenir a maioria dos problemas de pele dos cães se dá através da escovação diária do pelo e de banhos cuja frequência ideal (semanal, quinzenal ou mensal) depende do tipo de pelagem, das condições climáticas e de manejo nas quais o animal é criado. Já os gatos, extremamente asseados, dispensam os banhos frequentes, exceto quando apresentam dermatites, a exemplo da sarna, da micose e das piodermites.

 

Fonte: webanimal


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